Devemos viver neste mundo sem ostentação, vestidos com o manto da humildade e calçados com as sandálias da gratidão e da generosidade, usando os bens que temos não apenas para o nosso deleite, mas, também, e sobretudo, para socorrer os necessitados. O dinheiro é um bom servo, mas um péssimo patrão. Não há qualquer problema em possui-lo, porém, ser possuído por ele é uma tragédia. O problema, portanto, não é ter dinheiro nas mãos, mas tê-lo no coração. O amor do dinheiro é raiz de todos os males. Por amor ao dinheiro muitos mentem, roubam, saqueiam, matam e morrem. Por amor ao dinheiro muitos contraem casamento e se divorciam. Por amor ao dinheiro muitos corrompem e são corrompidos. Por amor ao dinheiro, muitos vendem sua alma ao diabo e perecem eternamente no inferno.
As pessoas mais felizes não são aquelas que mais têm dinheiro, mas aquelas que mais têm contentamento no coração. O contentamento é um aprendizado. O apóstolo Paulo, preso em Roma, algemado e no corredor da morte, disse que aprendeu a viver contente em toda e qualquer situação. O contentamento não é determinado pela quantidade de dinheiro que temos nas mãos, mas pela gloriosa paz de Deus que desfrutamos no coração. Aqueles que são salvos por Cristo e têm seus pecados cancelados e foram reconciliados com Deus, são herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo. Possuem a maior de todas as riquezas, encontraram o maior de todos os tesouros e receberam a maior de todas as heranças. Esses são verdadeiramente felizes. Quando partirem deste mundo, deixarão aqui seus tesouros e bens, mas entrarão no gozo do Senhor, para tomarem posse das riquezas insondáveis da glória, riquezas essas que nenhum olho viu nem jamais ouvido algum ouviu. Essa é a verdadeira riqueza que nem mesmo a morte pode nos privar dela. Oh, quão rico são os filhos de Deus!
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