segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Verdades

"E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte." 2 Coríntios 12.7
Um outro tipo de tática inimiga de Satanás é o ataque frontal e direto ao corpo, alma e espírito dos filhos de Deus. A guerra avança em todas as fronteiras. Paulo, como servo do Senhor, também conheceu isso. O ataque contínuo de Satanás ao seu corpo também havia afetado seu espírito e sua alma. Que contra-tática devemos usar quando o inimigo nos confronta dessa maneira? Como devemos nos comportar nesse caso? Nossa tática contrária deve ser não contra-atacar, mas consultar nosso supremo Comandante Jesus Cristo. Paulo fez exatamente isso. Quando ele via outros que estavam sendo afligidos por Satanás, ele ordenava que o inimigo se afastasse em nome de Jesus. Mas quando ele próprio era atacado, recorria ao Senhor: "Por causa disto três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim." E eis que o Senhor Jesus Cristo, o maior estrategista, fez a maravilha: Ele abriu as fontes da graça ao seu servo e disse: "A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza." Dessa maneira, a tática ofensiva do inimigo nada conseguiu na vida de Paulo.

domingo, 9 de setembro de 2018

Filha de Billy Graham diz que devemos sair do “conforto” para agir em defesa dos cristãos perseguidos

Uma das filhas do mundialmente conhecido evangelista Billy Graham, falecido no início desse ano, fez uma ministração alertando para a necessidade da igreja se preocupar mais com os cristãos perseguidos, sair da sua zona de conforto e prosperidade, para se doar em favor dos irmãos que estão sofrendo em várias partes do mundo.
“Os cristãos estão sofrendo em todo o mundo, nós simplesmente não sabemos sobre isso. Nós não sabemos o que essas pessoas estão suportando”, disse Ruth Graham, sugerindo haver ainda muita indiferença da igreja com reação às necessidades desses irmãos em Cristo.
A evangelista destacou a publicação de uma lista anual feita pela organização Portas Abertas, apresentando os 50 países que mais perseguem os cristãos no mundo, para ilustrar o quanto devemos nos preocupar com essa realidade e agir em favor dos perseguidos.
“A Lista Mundial da Perseguição nomeia 50 países em que ser cristão é quase impossível. Eles estão em grande perigo. Eles temem por suas vidas. Eles temem por suas famílias, suas casas e suas igrejas”, destaca.
Ruth Graham também explica que essa preocupação exige que deixemos preocupações secundárias de lado. Para ela, algumas igrejas podem estar se acomodando, interessadas mais em permanecer em uma zona de conforto e prosperidade, do que focar na luta em prol do Reino de Deus mediante a pregação do evangelho salvífico.
“Precisamos continuar orando por essas pessoas queridas, porque permanecemos em nosso conforto, nossa prosperidade, nosso bem-estar e podemos cultuar a Deus da maneira que nos agrada. Somos tão abençoados e não damos o devido valor para isso”, explica.
“Vamos ouvir aqueles que foram perseguidos em todo o mundo”, acrescenta Graham, sugerindo que precisamos dar mais espaço aos cristãos perseguidos, para que eles testemunhem acerca do que Deus tem feito em suas vidas e como enfrentam a perseguição.
Ela disse que colocará isso em prática em um culto de oração que ocorrerá no estado do Alabama, nos Estados Unidos, próximo dia 08 desse mês.
“Serão relatos de pessoas que sofreram por sua fé. Haverá conselhos práticos sobre o que podemos fazer [para ajudá-los], e os participantes receberão cartões de oração, uma para cada nação, e conselhos sobre como orar pelas pessoas nesses lugares”

Pastores também choram: o que o suicídio entre líderes está dizendo à Igreja?

A morte do pastor Andrew Stoecklein, da Igreja Inland Hills, na Califórnia (EUA), ocorrida no dia 25 de agosto, está repercutindo no mundo inteiro, chamando atenção para algo que apesar de pouco falado e até mesmo considerado, é uma realidade que precisa da nossa atenção e compreensão, que é a depressão e a enorme carga emocional que os verdadeiros pastores carregam em suas costas em prol do Reino de Deus.
No caso de Andrew, os noticiários informaram que ele sofria de depressão e ansiedade, lutando contra isso por anos. Não temos como saber detalhes dessa condição, mas como profissional de saúde mental posso confirmar que sim, muitas vezes isso é uma realidade emocional que ocorre em silêncio, de forma que poucas pessoas sabem, senão os mais íntimos e olhe lá. É por isso que o choque ao saber da notícia é tão grande. Mas, como assim em silêncio?
Os pastores, líderes de modo geral, são pessoas que sempre pensam em primeiro lugar nas suas ovelhas. Se ele está ferido, mas enxerga outra pessoa ferida precisando de ajuda, ele é capaz de ignorar por um momento a dor da sua própria ferida para ajudar na cura da outra pessoa. Estou me referindo às questões emocionais, espirituais, sociais e até econômicas. Essa capacidade de abdicação e iniciativa é uma das características mais marcantes da liderança, especialmente da vocação ministerial.
Muitos desses líderes sofrem em silêncio por acreditar que não devem acrescentar sofrimento na vida de pessoas que ele mesmo cuida. Então, ao invés de compartilhar suas dificuldades pessoais, ele guarda para si, preferindo manter uma aparência de força e fé inabaláveis em benefício de outras pessoas. Mas é muito preocupante, porque termina fazendo com que o sofrimento pessoal não seja tratado, gerando um acúmulo de angústia e outros problemas que podem acarretar em doenças como a depressão.
Já no estágio depressivo, a perspectiva de mundo da pessoa pode ser alterada, de modo que o pensamento suicida pareça atraente, como forma de se livrar da enorme carga emocional negativa. Nada disso é solução e o extremo de tirar a própria vida pode ser evitado. Todavia, para evitar isso precisamos entender algumas coisas simples como igreja, mas também como líderes.

O cuidado é mútuo entre membros e pastores

Tenho entre meus contatos no Facebook o pastor e escritor Geremias Couto. Ele fez uma postagem que chamou minha atenção, acredito que em referência ao caso de Andrew: “Pastores também choram”! Essa foi a frase escrita por Couto, de forma direta e taxativa, sem qualquer acréscimo. Ele conseguiu transmitir com muita objetividade algo óbvio, mas que nós, como membros de igrejas, muitas vezes parecemos não enxergar e nem entender, o fato de que esse choro pode ser de angústia, tristeza e solidão.
Alguns colegas pastores dizem que a caminhada pastoral é solitária. Essa solidão, no entanto, não diz respeito necessariamente à companhia de pessoas, mas ao cuidado que se recebe delas. O pastor, antes de líder, também é um ser humano como qualquer outro. Quando Cristo em Lucas 10:1 enviou 70 discípulos para evangelizar, Ele teve o cuidado de enviá-los “de dois em dois”, demonstrando o quanto é importante e necessário o cuidado mútuo. A passagem nos ensina que não podemos caminhar na fé sozinhos, e isso vale para todos, incluindo os pastores. A outra pessoa do lado é justamente a que vai nos ajudar quando a carga estiver muito pesada. Mas quantos pastores possuem esse parceiro de caminhada?
O pastor Josué Gonçalves também comentou a morte de Andrew, em sua conta no Instagram, dizendo que esse acontecimento “serve como um sério alerta para nós pastores repensarmos a forma como estamos cuidando da nossa própria saúde emocional, físicos e espiritual”. Ele está certo e eu, como profissional da psicologia, afirmo que esse repensar deve incluir a necessidade de pastores pastorearem pastores. Na clínica psicológica, por exemplo, é importantíssimo termos colegas em quem possamos confiar, para dividir parte do que absorvemos na escuta clínica. Esse acompanhamento feito por outro profissional é uma recomendação de muitos autores, e na vida espiritual não deve ser diferente. Pastores precisam não apenas dos cuidados da igreja, como também do acompanhamento pastoral de outros colegas.
Assim, quero reforçar aqui em primeiro lugar a necessidade da igreja amar e cuidar dos seus pastores, enxergá-los como líderes e esperar deles essa liderança, sim, mas sem esquecer que também são pessoas que choram, passam necessidades e precisam de tudo o que eu e você precisamos. Em segundo, a necessidade de pastores terem outros pastores como companheiros de caminhada. Não contatos, simplesmente, mas amigos e irmãos em Cristo, pessoas reais que possam dividir momentos de fé e experiência.
Por último, quero lembrar que não podemos desprezar a realidade psicológica de alguns casos específicos. Se você é um líder que acredita estar sofrendo de depressão, ansiedade ou estresse busque ajuda. Não fique isolado e não ache que outras pessoas não vão lhe entender. Reconhecer o problema e assumir o sofrimento é o primeiro passo para lutar contra ele, não importa qual seja. Acima de tudo, não esqueça que é na fraqueza que o nosso poder é aperfeiçoado, basta olhar para Cristo.
“Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte” (II Coríntios 12:10).

sexta-feira, 7 de setembro de 2018

Verdades

"Por isso restabelecei as mãos descaídas e os joelhos trôpegos; e fazei caminhos retos para os vossos pés, para que não se extravie o que é manco, antes seja curado."Hebreus 12.12-13
A tática do combate da fé requer a execução das ordens do Comandante nos mínimos detalhes: marcha, instrução, segurança e abrigo. Como filhos de Deus, nunca devemos retroceder, mas sempre seguir em frente. Também não devemos nos dar ao luxo de um cessar-fogo; devemos ter sempre a bandeira desfraldada. Instrução significa conhecer os intentos do inimigo. Para quê? "...Para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios." Só pode ser um soldado de Jesus Cristo aquele que entregou sua vontade própria incondicionalmente a Ele: "...e eu não fui rebelde, não me retraí." Aquele que, como Paulo, anda em absoluta obediência a Jesus Cristo, este também reconhece a realidade e a tática do inimigo. Isso Paulo tem em mente quando diz: "...pois não lhe ignoramos os desígnios (de Satanás)." Paulo conhecia a astúcia do inimigo, mas ele também conhecia a vitória de Jesus. Por isso, ele foi vitorioso no combate da fé e, no fim da sua vida, olhando para trás, podia testificar: "Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé."

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Lanchonete interrompe atendimento para orar por funcionária junto com os clientes

Um gesto de solidariedade e amor ao próximo está chamando atenção de milhares de pessoas através de um vídeo publicado nas redes sociais, onde funcionários de uma lanchonete resolveram parar no meio do expediente para fazer uma oração por uma funcionária que estava em cirurgia.
O caso ocorreu em uma filial da rede de fast food Chick-fil-A, localizada em Belmont, na Carolina do Norte, Estados Unidos. Uma das funcionárias, conhecida como Senhora Trish, foi diagnosticada com um câncer de mama e precisou fazer uma cirurgia para remoção do tumor na última sexta-feira (31).
Mesmo afastada do trabalho, os colegas da Senhora Trish se mantiveram preocupados com ela e resolveram clamar a Deus pela vida da colega no momento em que ela entrou na sala de cirurgia.
O gerente da Chick-fil-A autorizou a pausa dos funcionários e em seguida convidou os clientes que estavam no estabelecimento para se juntarem a equipe, voluntariamente. Para surpresa de muitos, todos que estavam no local respeitaram o momento e oraram junto com os funcionários.
“Querido Senhor, por favor, proteja a Sra. Trish enquanto ela faz a cirurgia hoje. Precisamos dela aqui Senhor, ela é a nossa luz. Ela é um pilar para nós na comunidade. Todo mundo aqui a ama muito”, disse o gerente da lanchonete em espírito de oração.
O momento foi gravado em vídeo e depois compartilhado nas redes sociais. Até esse momento ele já alcançou quase 800 mil visualizações. “Se todas as empresas de fast Food & Restaurante pudessem aprender com isso e fizessem o mesmo, nós estaríamos em um mundo melhor”, comentou um dos internautas.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Para Calar Sua Boca

Existem duas armas que Satanás usa para calar a boca daqueles que evangelizam: a mais profunda dor, e o mais doce conforto.
Nos primeiros séculos, as estratégias diabólicas usavam a dor. Mas foi uma experiência frustrante para o exército maligno. Pois quanto mais o cristão sofria, mais ele almejava estar com seu Senhor. E portanto, mais brilhava seu testemunho da esperança cristão.
Então, os arquitetos diabólicos se reuniram para desenhar um novo tipo de calabouço: com sofás, curtinas, e internet banda larga. Ao invés de prender seus prisioneiros com ferros, prenderiam com consumismo. No lugar do chicote, o temor dos homens.
E descobriram uma coisa curiosa. Se você prender um discípulo de Cristo atrás de paredes, ele usará as fissuras para anunciar o amor de Cristo. Os prisioneiros da sua cela se converterão, os guardas se converterão, e até quem ouve seus hinos de longe se converterão.
Mas se você rodear um cristão com confortos, e semear no seu coração o medo de perder sua vida confortável, ele mesmo concertará as fissuras que aparecem. Ele cessará de proclamar, de orar, de chorar aos pés da cruz e regozijar perante o sepulcro vazio. O carteiro não saberá que ele é cristão, e nem seus vizinhos.
Ele se preocupará em manter as paredes do conforto — ao invés de cavar buracos nelas.
Um pastor escreveu o outro dia que a frase “Mas Deus foi fiel…” raramente é dita por pessoas que acabaram de passar por momentos tranquilos e sossegados. Antes, são palavras ditas por quem passou pela vale da angústia, dor e perda. São esses discípulos que reconhecem, com lágrimas nos seus olhos e voz trêmula, que a bondade de Deus é mais precioso do que o ouro, e mais doce do que o mel. Na riqueza, ou na pobreza, reconhecem que as boas novas são tão boas que devem ser proclamadas a qualquer custo.