segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Verdades

"Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé..." 1 Pedro 5.8-9

Devemos ver claramente que estamos organicamente enxertados em Israel (Rm 11.17-22). Esta também é a razão dos muitos ataques do inimigo a essa nação. Israel é a parte do povo de Deus que aparece visivelmente, e a Igreja de Jesus é o reverso, por assim dizer, o lado interior. Por isso também temos o mesmo inimigo e temos a mesma luta! Isso significa na prática: o mesmo inimigo que quer destruir a Israel fisicamente e não conhece misericórdia também quer destruir espiritualmente a nós, filhos de Deus. Sua tática astuta ataca os nossos olhos, para que vejamos pecado. Ele quer semear pecado, pensamentos pecaminosos em nosso coração. As Escrituras dizem: "...guarda o teu coração." Permita que a Palavra de Deus permaneça em seu coração! Satanás quer dominar os seus pensamentos, mas lembre-se do seu supremo Comandante e Salvador Jesus Cristo. O inimigo quer que você comece a falar coisas negativas, mas a Palavra de Deus lhe exorta a calar: "...quem quer amar a vida e ver dias felizes, refreie a sua língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente." Hoje em dia muitos caem, mas queremos tomar a ofensiva e atacar em nome de Jesus, pois justamente nesse tempo do fim ainda há muito terreno a conquistar!

domingo, 11 de setembro de 2016

As Cidades de Refúgio



INTRODUÇÃO
Na lição de hoje, estudaremos o cap. 20 do livro de Josué.
Deus livrou o seu povo da escravidão do Egito e os conduziu à Canaã. Estabeleceu leis que guiariam o povo em suas diversas relações. Entre essas leis estava a “Lei de Talião” (Lei antiga pela qual se vingava o crime aplicando ao culpado o mesmo mal que ele praticara, conf. Ex 21.23-25), ou seja, se alguém cometesse homicídio, era lhe imputado a pena de morte. Mas se alguém matasse sem intenção, para esse tal, Deus estabeleceu as cidades refúgio. Nessas cidades, o acusado estaria seguro da Lei de Talião, até provar sua inocência, ou até a morte do sumo sacerdote (Nm 35.28). Tinha um sentido figurado na pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo, e é o que veremos agora.


AS CIDADES DE REFÚGIO

Em Israel haviam seis cidades levíticas destinadas a servir de refúgio àqueles que acidentalmente cometiam homicídio, a fim de escaparem à vingança do sangue derramado (Nm 35.9-14; Ex 21.13).

Moisés designou três ao oriente do Jordão:

a) Bezer, no território de Rúben;
b) Ramote de Galaade, no território de Gade;
c) Golã, em Basã, no território de Manasses (ver Dt 4.41-13).

Depois da conquista de Canaã, Josué e os chefes das tribos, designaram as outras três cidades a oeste do rio:
d) Quedes, no território de Naftali;
e) Siquém, em Efraim;
f) Quiriate-Arba, que é em Hebrom, nas montanhas de Judá (ver Js 20.7).

Nenhuma parte da Palestina está longe demais de uma cidade de refúgio. O homicida refugiava-se na que lhe estava mais perto. Poderia ser alcançado e morto pelo vingador, mas se conseguisse chegar a uma cidade refúgio, era ali acolhido e tinha o direito à defesa. Se no julgamento ficasse provado que o homicídio foi voluntário, era entregue à morte. Se, porém, ficasse provado que matou em legítima defesa, ou por acidente, então a cidade lhe oferecia asilo. Se ele deixasse a cidade, antes do falecimento do sumo pontífice, o risco corria por sua conta. Depois da morte do sumo pontífice, era lhe facultado regressar à sua casa sob a proteção das autoridades (Nm 35; Dt 19; Js 20).

O QUE ERAM AS CIDADES REFÚGIO?

As cidades de refúgio representavam, em linguagem jurídica atual, um "habeas corpus" a favor do criminoso não culpado, ou cujo crime não tivesse sido apurado adequadamente. Em caso de homicídio, pela lei, caberia ao parente mais próximo do falecido a responsabilidade de aplicar a "Lei de Talião" ao homicida, e isto poderia ser feito a qualquer hora e em qualquer lugar, exceto na cidade de refúgio, onde o homicida que não matara intencionalmente poderia aguardar seu julgamento em segurança. (Nm 35.11,12)

O refugiado não poderia sair da cidade. Se o fizesse, correria por sua conta o que acontecesse, pois o vingador o apanharia, e não haveria apelo para ele. A cidade de refúgio protegia tanto aos filhos de Israel quanto ao estrangeiro (Nm 35.15) e representava para o homicida perseguido e fugitivo, segurança e descanso ao mesmo tempo, tornando-se assim, um tipo perfeito de Jesus o Messias, que recebe todos quantos tiverem acesso a Ele (Jo 6.37) uma figura expressiva de Jesus Cristo, nosso Salvador. Somente estando em Jesus Cristo, o refúgio, o pecador estará para sempre livre da sentença mortífera do pecado (João 5.24).
As cidades de refúgio eram bem fortificadas e muradas, com portas nas extremidades, que podiam ser fechadas para impedir a chegada do vingador.

A LOCALIZAÇÃO E OS SIGNIFICADOS DAS CIDADES

As cidades de refúgio estavam situadas da seguinte forma: três cidades a oriente e três a ocidente, do lado do Jordão, estavam geograficamente bem distribuídas. Estas cidades eram parte da herança levítica de 48 cidades (Nm 35.6) e, portanto, administradas pelos levitas. Segundo determinação do Altíssimo, haveria seis cidades de refúgio (Ex 35.13; Dt 19.2,7), três de cada lado do Jordão (Ex 35.14).

Moisés escolheu as três primeiras (Dt 4.41-43; Js 20.8):

BEZER - Fortaleza- Situada no deserto, na terra plana, território de Rubén (Sudeste) Dt 4.43; Js 10.8.
- Significa "fortaleza", e aparece apenas cinco vezes na Bíblia.
- Jesus Cristo é a fortaleza de todos os que nele confiam (SL 43.2; Is 52.1; 2 Tm 1.7)

RAMOTE – Altura ou Exaltado
- Situada em Gileade, território de Gade (Leste) Dt 4:43;
- Significa lugar de refúgio para os humilhados
- Jesus Cristo é a principal autoridade universal, superior a todos os nomes que possam ser mencionados agora e por toda a eternidade (Fl 2.9);

GOLÃ – Gozo ou Exilo
- Situada em Basã, território de Manasses (Nordeste) (Js 20:8);
- Significa lugar de refúgio para os tristes;
- Jesus foi rejeitado pelo mundo (Jo 1.10); por sua própria nação (Jo 1.21); pelo seu próprio país (Mc 6.4); por sua própria cidade (Lc 4.29); por seus próprios familiares (Jo 7.5); pelos escribas, sumo sacerdotes e anciãos (Lc 9.12) e pelos seus próprios seguidores (Mc 14:71).

Josué escolheu as outras três cidades (Js 20.7)

QUEDES (OU CADES) – Lugar Santo
- Situada na região da Galiléia, território de Naftali (Norte) Js 20.7;
- Significa santificação para o impuro, ou refugio para os impuros (Ap 3.7);
- Jesus possuía natureza santa (Jo 8.46). Ele é a santidade requerida aos fiéis ( 1Pe 1.16 )

SIQUÉM – Ombro
- Situada na montanha, território de Efraim (Centro-oeste, cerca de 70 Km ao Norte de Jerusalém) Js 20:7;
- Significa lugar para o cansado, ou refúgio para o cansado (Mt 11.28);

HEBROM – Comunhão
- Situada na montanha, território de Judá (Sul-sudeste) (Js 20:7);
- Significa união, companhia, camaradagem, ou seja, lugar de comunhão;
- Esta cidade de refugio é um tipo de Jesus Cristo como o nosso melhor amigo e companheiro (Lc 7.34; Jo 11.1; Jo 15.13,15; Sl 27.10).

SEGURANÇA NA CIDADE

Todo hebreu sabia que, caso matasse alguém sem intenção de fazê-lo, o único lugar onde poderia estar seguro seria numa cidade de refugio. Entretanto, os levitas, que as administravam, só lhes davam abrigo, uma vez satisfeitas algumas exigências que deveriam ser observadas antes, durante e após o asilo.
Se algum homicida caísse nas mãos do vingador, não era por falta de um refugio, mas porque não tinha se utilizado dele.
Uma vez cruzada a porta, o homicida estava seguro e ninguém o tocava dentro dos limites da cidade. Mas ele deveria ter cuidado para não sair pra fora da porta.
Ele não podia visitar seus amigos e parentes. Anelava a morte do sumo sacerdote, única forma de restituir-se à sua herança e seu povo.
Muitos textos da Bíblia falam do Senhor como nosso refúgio (Sl 46.1; 2Sm 22.3; Sl 9.9; 14.6; 18.2; 59.16; 61.3; 62.8; Jr 17.17; Jl 3.16; Hb 6.18), Ele é apresentado metaforicamente como sendo um "lugar de refugio", "lugar de proteção" e "esconderijo".

A DURAÇÃO DO REFÚGIO

Um assassino não podia comprar a vida por dinheiro, assim também o homicida não podia comprar a sua liberdade. Ambos haviam concebido a morte de um ser humano e só a morte de um homem podia fazer a expiação pela morte. O sumo sacerdote de Israel prefigurava o ministério sacerdotal de Jesus (Hb 4.9). Com a morte do Ungido, o sumo sacerdote, podemos voltar à vida de pureza espiritual e não temer as acusações de satã.
Pela lei, a reclusão na cidade de refugio estava condicionada a morte do sumo sacerdote (Nm35.25), quando e somente então o homicida poderia deixar o asilo sem perder a proteção legal. Se o vingador do sangue o ferisse depois da morte do sumo sacerdote, cometeria homicídio doloso e seria punido com a morte.

CONCLUSÃO

A cidade era o único refúgio possível contra o vingador do sangue, assim como JESUS é o único refúgio possível contra as conseqüências dos nossos pecados (Rm 7.11; 6.23; Jo 3.15). A morte do sumo sacerdote era a condição necessária para a liberdade, que é um tipo claro da liberdade proporcionada pela morte de Jesus (Hb 4:15; 5:9) Então Jesus Cristo é a nossa cidade de refúgio.

Fontes:
J. Davis - http://www.cacp.org.br/estudos/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=1117&menu=7&submenu=3
http://www.geocities.com/
http://www.esgm.org/portugues/pena_de_vida.dochttp://br.geocities.com/roberio33/cidades.htm

sábado, 10 de setembro de 2016

Orai sem Cessar

Orai sem cessar (1Ts 5.17)
Quando o nome de Deus é invocado – quando o chamamos pelo modo como ele se revela, pelos seus atributos, fazemos um reconhecimento, para nós mesmos, nossa própria consciência, que Deus é Deus. Ele é Deus acima de tudo e de todos. Ele reina, governa, exerce domínio. Na oração Deus é reconhecido como Pai, como provedor, como protetor, como refúgio, segurança, direção, bússola, âncora. Deus é chamado perdoador, clemente, misericordioso, bondoso e amor. E a oração é um milagre. Pense nisto: O Deus vivo, criador dos Céus e da terra, ouve as palavras, os múrmurios e até os sentimentos e impressões dos seres humanos. Mais ainda, ele atende. Ele intervém. Cedo na vida cristã aprendemos o valor da oração. A oração envolve todo o ser do adorador. Envolve a alma, a emoção, os sentimentos, o intelecto.O apóstolo Paulo diz para a jovem igreja em Tessalônica que esta deveria orar. E orar sem cessar. O que quer dizer isso? Como assim, sem cessar? Aquelas pessoas estavam lidando com perdas, sofrimento e incertezas. Paulo recomenda a oração. Elas estavam lidando com a morte a incerteza do que a morte trazia. Paulo diz a eles que deviam orar sem cessar. Mas como alguém pode orar sem cessar?
Isto pode fazer referencia à perseverança na oração. Eles estavam tão assoberbados, tão exaustos e perturbados com os dramas de suas vidas e com as lutas, que talvez poderiam esquecer de buscar a direção de Deus. Paulo já havia falado sobre o valor de se perseverar na oração, como vemos em Romanos 12.12. Assim, Paulo está lembrando os tessalonicenses que nossa adoração a Deus, nossa comunhão com Deus não pode ser comprometida por circunstâncias. Mas, ainda mais do que se lembrar de orar, Paulo traz a ideia de que a oração deve ser algo constante na experiência do cristão. Ele usou essa mesma expressão no começo da carta, em 1.2 quando disse que “sem cessar, faz menção deles mesmos diante de Deus”. Em Romanos 1.9, Paulo diz aos romanos que “incessantemente” faz menção deles em oração, diante de Deus. Em Efésios 6.18 Paulo mesmo orienta os cristãos de Éfeso a orar o tempo todo no espírito. Isto é um convite de Paulo para o cristão tornar suas lutas seus motivos de oração. A oração não precisa (e nem deve) ser aquela coisa mecânica, repetitiva, sem vida ou sempre solene. Jesus critica os fariseus que oravam para ser vistos pelos homens. A oração pode ser como nos salmos. Mais de 60 dos salmos são orações, ou, como alguém já disse, “escola de oração”. Neles vemos o orante dizendo para Deus o que está sentindo, o que está vendo e como está vendo as coisas. No fim, ele afirma seu amor a Deus, sua confiança, mas também expressa suas dúvidas, temores, tristezas e incertezas.
Orar sem cessar é tornar as questões do dia a dia seu motivo de oração. É viver “coram Deo”, face a face diante de Deus, de modo que, na medida que o dia passa, as questões com as quais você lida são colocadas naturalmente diante de Deus. Suas dúvidas, dilemas, lutas, vitórias e fracassos, coisas pequenas e coisas grandiosas, são colocadas diante de Deus, como um desabafo, como um confronto até, reverente, humano, uma busca por direção, consolo e auxílio. Em todo tempo.

Verdades

"E, para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte." 2 Coríntios 12.7

Um outro tipo de tática inimiga de Satanás é o ataque frontal e direto ao corpo, alma e espírito dos filhos de Deus. A guerra avança em todas as fronteiras. Paulo, como servo do Senhor, também conheceu isso. O ataque contínuo de Satanás ao seu corpo também havia afetado seu espírito e sua alma. Que contra-tática devemos usar quando o inimigo nos confronta dessa maneira? Como devemos nos comportar nesse caso? Nossa tática contrária deve ser não contra-atacar, mas consultar nosso supremo Comandante Jesus Cristo. Paulo fez exatamente isso. Quando ele via outros que estavam sendo afligidos por Satanás, ele ordenava que o inimigo se afastasse em nome de Jesus. Mas quando ele próprio era atacado, recorria ao Senhor: "Por causa disto três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim." E eis que o Senhor Jesus Cristo, o maior estrategista, fez a maravilha: Ele abriu as fontes da graça ao seu servo e disse: "A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza." Dessa maneira, a tática ofensiva do inimigo nada conseguiu na vida de Paulo.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Verdades

"Crês tu no Filho do homem? Ele respondeu, e disse: Quem é, Senhor, para que eu nele creia?" João 9.35-36

Jesus ajuda aqueles que não têm capacidade de encontrá-lO, os que O procuraram, mas sem sucesso. Lembremos aqui do cego de nascença que havia procurado o Filho de Deus. Sabemos de sua procura através da resposta que ele deu à pergunta do Senhor Jesus: "Quem é, Senhor, para que eu nele creia?" E você, que procura a Jesus: se você ainda não O encontrou, ainda não experimentou a Sua ajuda, ouça a promessa: "...o que busca, encontra." Só Jesus pode lhe ajudar! Quando o cego de nascença encontrou a Jesus, a causa mais profunda de sua cegueira foi desvendada pelo Senhor: "Dito isso, cuspiu na terra e, tendo feito lodo com a saliva, aplicou-o aos olhos do cego, dizendo-lhe: Vai, lava-te no tanque de Siloé (que quer dizer Enviado). Ele foi, lavou-se, e voltou vendo." Aqui causa e efeito, impureza e cegueira estão juntos. A causa da sua cegueira interior é a impureza do pecado em você. Só Jesus pode lhe ajudar! Assim como este cego de nascença, deixe-se convencer da sua impureza, e esteja disposto a atacar a raiz de todo esse mal.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Verdades

"Por isso mesmo convinha que, em todas as cousas, se tornasse semelhante aos irmãos, para ser misericordioso e fiel sumo sacerdote nas cousas referentes a Deus, e para fazer propiciação pelos pecados do povo. Pois naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados." Hebreus 2.17-18

Hoje em dia, muitos, em seu desespero, buscam ajuda nas mais diversas fontes. Alguns lutam por segurança na sua instabilidade. Doentes mentais procuram ajuda com o psiquiatra, mas não encontram a ajuda verdadeira. E por que não? Porque ajuda exterior não traz ajuda interior! Seu problema não é exterior, mas interior, no seu coração, e por isso somente Jesus pode lhe ajudar! Ele pode ajudar porque se tornou semelhante a você e a mim. Pois Ele se identificou interiormente com o seu pecado: "Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus." Isto quer dizer que Jesus Cristo, na cruz do Calvário, se identificou completamente com os nossos pecados, com a nossa natureza corrupta.
Você tem medo da morte? O Senhor Jesus se identifica com o seu medo da morte, pois, ao morrer, Ele, o Eterno, tomou o poder da morte daquele que o possuía, ou seja, o diabo. Por isso: somente Jesus pode lhe ajudar!