segunda-feira, 11 de julho de 2016

Verdades

"O Senhor vosso Deus vai adiante de vós, ele pelejará por vós..." Deuteronômio 1.30

Você ficou cansado na luta da vida e se sente prostrado. Grandes dificuldades parecem formar montanhas à sua frente. Em seu íntimo parece existir apenas o som de batalhas e lutas. Simplesmente não há meio de fazer com que em seu íntimo as coisas se aquietem? Situações injustas, tratamento injusto, castigo injusto, ameaça de enfermidade, preocupações e aflições, provações extenuantes – o que coloca você em constante posição de combate a tal ponto que você não consegue mais se acalmar? Escute o que diz a Bíblia: "O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis." Ele sabe pelejar muito melhor do que você. Diante dEle nenhum inimigo pode resistir. Por que você ainda luta com suas próprias forças? Porque inconscientemente você pensa que ainda tem suficiente força, que pode fazer as coisas sozinho. Mas você será derrotado, pois está escrito: "Ele me abateu a força no caminho." Por quê? Para que você pare de lutar! Pois Jesus lutou vitoriosamente por você. A luta que você trava, tão ingrata e sem resultados, tem sua origem na ilusão que você tem de que pode fazer as coisas à sua moda, de que tem condições de resolver os problemas por conta própria. A nossa luta maior deveria ser deixar de lutar por nós mesmos. Entregue-se completamente nas mãos do Senhor. Ele pelejará por você!

sábado, 9 de julho de 2016

Verdades

"Apareceu-lhe o Anjo do Senhor numa chama de fogo do meio duma sarça." Êxodo 3.2
Onde o Senhor vem ao nosso encontro?

– No deserto, na solidão: Moisés estava no deserto, livre de todos os relacionamentos humanos.
– No Monte Horebe, no monte de Deus: "Horebe" significa aridez. Se em seu coração, de acordo com os seus sentimentos, tudo se tornou vazio e árido, o Senhor está bem próximo.
Como o Senhor se revela?
– Como o Deus eterno, justo: "Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia." A chama da Sua justiça nunca se apaga. Mas Ele também se revela como o Deus do amor eterno. Seu amor nunca termina.
– Na Sua palavra: a ignorância de Moisés é um elemento profundamente trágico. Embora o Senhor estivesse tão próximo dele, Moisés não teve condições de reconhecê-lO. Ele até disse: "Irei para lá, e verei esta grande maravilha, porque a sarça não se queima." Só houve um meio de mostrar a Moisés sua ignorância, e o Senhor usou esse meio: a Sua palavra! Deus falou através da sarça, e disse: "Moisés, Moisés! Ele respondeu: Eis-me aqui." Foi o falar direto de Deus que o convenceu de que realmente Deus estava ali.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Ecumenismo - Devo participar disso?

Ecumenismo - Devo participar disso?

O Ecumenismo pode parecer um acontecimento de outra parte do mundo e com o qual ninguém, no Brasil, deve preocupar-se. Algo com tal nome não deve referir-se ao brasileiro, é um pensamento de muitos. Mas a verdade é que ecumenismo é uma realidade no país, há um bom tempo, e está crescendo a cada dia e influenciando as igrejas. Convém saber o que é esse ensinamento e como nos defender dele.
O que Significa a Palavra "Ecumenismo?"
 Podemos, primeiramente, entender uma crença se olharmos o que significa a palavra que é usada para descrever tal crença. Se entendemos bem o significado da palavra, podemos formar uma melhor opinião diante dela. Em português, no Dicionário Aurélio Eletrônico a palavra "Ecumenismo" vem da palavra ecúmeno do grego "oikoumêne", que significa 'habitada (a Terra)', com mudança de gênero. Essa base da palavra significa: 1. A área habitável ou habitada da Terra. 2. O universal, o geral. Dessa primeira palavra se originou a palavra "ecumenismo". A definição da palavra "Ecumenismo" é: 1. Nos primórdios do cristianismo, todos os povos a quem se deveria dirigir a pregação do Evangelho. 2. Religião; Movimento surgido nas igrejas protestantes e, posteriormente na Igreja Católica, originado da crença de terem uma identidade substancial a doutrina e a mensagem de Cristo. A pessoa que pratica o ecumenismo é um ecumênico. Um ecumênico, pelo dicionário, é: 1. Relativo a toda a Terra habitada; universal. 2. Relativo ao ecumenismo. 3. Diz-se do crente que manifesta disposição à convivência e diálogo com outras confissões religiosas (Dicionário Aurélio Eletrônico, itálicos são meus).
 Examinando o significado da palavra "ecumenismo", em primeira instância, ela parece inócua ou inofensiva. A palavra original significa somente universo e, nos primórdios dos tempos, foi usada apenas para relatar a todos os povos a que se deveria dirigir a pregação do Evangelho. Se ecumenismo refere-se a quem devemos pregar a Palavra de Deus, temos simpatia por ele. Devemos pregar o Evangelho a toda a criatura (Mar 16:15). Se um ecumênico é apenas uma pessoa que é habitante de um lugar do mundo, eu sou e você é um ecumênico.
 Mas, se a palavra "ecumenismo" é entendida religiosamente como sendo uma identificação doutrinária igual para todas as igrejas, nenhum batista verdadeiro quer ser identificado com essa posição. Se um ecumênico é uma pessoa disposta à convivência e diálogo com outras confissões religiosas, como é que um batista verdadeiro pode ser um ecumênico? Na verdade, todas as outras igrejas têm tanto direito constitucional de existir quanto a nossa, mas relações íntimas (pois a palavra "convivência" significa: 1. Ato ou efeito de conviver; relações íntimas; familiaridade, convívio. 2. Trato diário, Dicionário Aurélio Eletrônico) são impossíveis. Se a palavra "dialogar" significa "travar ou manter entendimento" (Dicionário Aurélio Eletrônico), os batistas verdadeiros, em relação à doutrina, não têm boa razão para manter entendimento com os que não obedecem a verdade. Podemos pregar aos que não concordam conosco e ensiná-los, mas sentar junto e dar a aparência que nossa igreja tem muito em comum com a doutrina de igrejas de outra fé seria um ato gritante de hipocrisia.
Aspectos do Ecumenismo
 Existem vários aspectos de ecumenismo. Existe o aspecto MODERNÍSTICO. Esse aspecto é representado pelos níveis diferentes da sociedade. O Conselho Mundial das Igrejas representa os interesses de ecumenismo a nível global. Há organizações nacionais e, no nível local, a classe clerical é representada pelas associações. Existe o aspecto EVANGÉLICO. Esse aspecto é visto nas organizações interdenominais que operam como representantes das igrejas, no trabalho de atingir o mundo com o Evangelho. Alguns exemplos desse aspecto seriam a Cruzada Cristã nos Campus, Jovens com uma Missão, e outras. Também existe o aspecto CARISMÁTICO/ RENOVADO/ PENTECOSTAL. Esse aspecto focaliza mais as experiências que a doutrina para interpretar a verdade e tem como alvo unir todas as fés e movimentos religiosos em uma prática única (D. W. Cloud, Enciclopédia Way of Life, Ecumenical Movement, com adição pelo autor das palavras "renovação/pentecostal" - realidade brasileira).
 Em vez de darmos as mãos com os de outra fé, devemos redargüir, repreender e exortar com toda longanimidade de doutrina (II Tim 4:2). Devemos suportar a sã doutrina (II Tim 4:3), em vez de desviar os ouvidos da verdade em prol da unidade de outra fé. Temos a responsabilidade de batalhar pela fé, que uma vez foi dada aos santos (Judas 3), em vez de rejeita-la e a boa consciência. A rejeição da fé e de uma boa consciência seria necessário para ter relações íntimas com os de outra fé. Rejeitar a fé seria fazei-la naufragar (I Tim 1:19), em vez de adorná-la.
 Os batistas não estão procurando uma briga. Não querem infamar ou parecer contenciosos (Tito 3:2), mas apenas querem ser ousados para falar claramente sobre o Evangelho de Deus com pureza de doutrina, mesmo em grande combate (I Tess 2:2).
 Ter poder com Deus não é por minimizar a doutrina verdadeira ou em não repreender os que pregam um outro evangelho com toda a longanimidade. Para ser poderoso com Deus é necessário reter firme a fiel Palavra, que é conforme a doutrina tanto em crença (internamente) quanto em prática (exteriormente) (Tito 1:9).
Como São os Ecumênicos?
Os ecumênicos dão muito valor às diferenças que existem entre as igrejas. Acham válidas as maiores diferenças de fé e prática entre elas. Acham que as diferenças das doutrinas são tão aceitáveis quanto o número variado de sabores numa sorveteria. Pensam que as diferenças são uma intenção de Deus de prover variedade no "corpo de Cristo" (citação do Pastor Ted Haggard na Charisma Magazine (Revista de Carisma) - Baskin-Robbins Christianity por Cloud, D.W.). É difícil achar, entre os ecumênicos, aqueles que tomam a Bíblia como a única e suficiente regra de fé e ordem. Muitos deles colocam tradição, cerimônia, comentários, visões, sonhos, experiências ou circunstâncias ao mesmo nível da Palavra de Deus. Quando dizem que crêem em Cristo como o único Salvador, o dizem com várias reservas. Adicionam experiências religiosas, como complementos, sacrifícios financeiros, obras físicas ou religiosas, a um nível igual ao da obra redentora de Cristo. Participar dos cultos de quaisquer dessas igrejas, mesmo que pareçam dar crédito à verdade de salvação somente por Jesus, seria o mesmo que visitar uma sorveteria e provar as suas delícias sabendo que há veneno em proporções perigosas nos sabores atrativos. Como pode conviver o erro com a verdade (II Cor 6:14-18; Amós 3:3, "Andarão dois juntos, se não estivessem de acordo?")? A bíblia diz que a pessoa que prevarica (falhar com o dever) não tem a Deus e diante desses, os que mantêm firme a doutrina não devem recebê-los em casa e nem saudá-los (II João 9,10).
 Também, mesmo aceitando as diferenças que existem entre as igrejas, os ecumênicos acham saudável remover as doutrinas que causam as diferenças maiores que existem entre as crenças e apoiam a idéia de que ninguém deve pensar mal de alguém que promove uma doutrina ou prática diferente da que Cristo ou os apóstolos praticaram (Ted Haggard - Baskin-Robbins Christianity). Acham que a união e a paz nos erros são um melhor testemunho diante do mundo que manter firme as doutrinas que uma vez foi dada aos santos (Judas 1:3), uma prática que provoca as diferenças. Mas é justamente a firmeza na crença e na prática da doutrina que identifica uma igreja verdadeira. Não há como saber quem de bom grado recebeu a Palavra de Deus, senão através das suas práticas com a doutrina dos apóstolos (Atos 2:40-42; Mat. 7:15-20). O propósito, pelo qual o apóstolo Paulo deixou Timóteo em Éfeso, não era o de aconselhar afrouxamento nas doutrinas e desfazer as diferenças que existiam entre elas. Era "para advertires a alguns, que não ensinem outra doutrina" (I Tim 1:3; II Tim 3:1-5; II Tess 3:6). Não é conselho Bíblico dar as mãos com os que aprenderam de modo diferente dos apóstolos, mas sim de notá-los e desviar-nos deles (Rom 16:17; Tito 3:8-11). O ministrante da Verdade ensinará com firmeza tudo o que Cristo mandou, e essa prática, ao contrário dos desígnios dos ecumênicos de tirar as diferenças, fará com que os que os ouvem não sejam levados em roda por todo vento de doutrina (Efés 4:11-14). Cristo e os apóstolos não tinham receio de dizer a verdade aos que não praticavam como eles (Mat. 23:27-33; Gal 1:8). É pelas verdades distintivas de Cristo que o cristão será edificado em amor (Efés 4:16), e não pelo erro. A unidade, que Cristo pediu ao Pai para que os seus conhecessem (João 17:21), não era uma união religiosa sem identificação, mas aquela santificação que resulta da submissão à prática da Palavra de Deus (João 17:6, 14, 17-19,22). A igreja não é um "playground" de diversas verdades, alegremente dançando com as mãos dadas, mas é a coluna e firmeza da verdade (I Tim 3:15). Desfazer a verdade em prol da unidade é derrubar a proteção que leva à pureza que Deus tanto deseja entre os seus (II Cor 11:1-4; Efés 5:11; Col 2:8).
 Os ecumênicos pensam que a igreja local tem um papel inferior à massa do cristianismo. Pensam que a identidade universal e a participação com os órgãos religiosos internacionais, nacionais e da comunidade é melhor que a lealdade à igreja onde alguém é membro (Cloud, Way of Life Encyclopedia - Ecumenical Movement). O pensamento dos ecumênicos diz: quanto maior a participação com grupos religiosos, mais madura a sua espiritualidade. A verdade é que a igreja local é a única organização feita por Cristo durante o Seu ministério terreno; somente ela tem a Sua autoridade de fazer a Sua obra no mundo (Mat. 16:18-20). A igreja que Cristo organizou é "a plenitude daquele que cumpre tudo em todos" (Efés 1:23). Se ela tem "a plenitude", então, não necessita de organizações humanas e religiosas para melhorar o seu desempenho no mundo. É no contexto da igreja local que um deve ter união com a outro e não no contexto de uma organização religiosa criada pelos bem intencionados (Rom 12:16; 15:5-6; I Cor 1:10; 12:25-27; II Cor 13:11; Fil. 1:27).
 Os ecumênicos priorizam obras sociais e políticas como se fossem uma grande parte da comissão de Cristo para a sua igreja. Parece que precisam humanizar a mensagem de Cristo para que o homem dê crédito à Palavra de Deus, como se um cuidado emocional ou social faltasse por parte comissão divina. Pela ênfase na parte social da mensagem de Cristo parece que eles pensam que há possibilidade de melhorar a obra divina com obras humanas. Ao mesmo tempo que ninguém quer ignorar as necessidades sociais e políticas do mundo, nunca alguém deve ser conduzido a substituir o melhor pelo que é meramente bom. Diminuir os esforços de cumprir a missão dada por Cristo à igreja (Mat. 28:18-20; Marcos 16:15; Lucas 224:47; João 20:21; Atos 1:8), para incluir nela obras sociais ou políticas, seria trocar o melhor pelo bom. Arroz e feijão são necessários para viver, mas a salvação é necessária para a vida eterna. Boa escolaridade é necessária para um país progredir, mas o conhecimento de Cristo conduz ao País Celestial. Boas maneiras são convenientes para se ter paz no mundo, mas o fruto do Espírito traz paz com Deus. Obras sociais podem colocar roupa nova no homem, mas o Evangelho coloca um homem novo nas roupas.
 Os discípulos conviveram com doenças sociais, reis injustos e separações das classes sociais, mas na Palavra de Deus não há nenhum caso dos discípulos substituindo a responsabilidade de pregar e ministrar a Palavra de Deus para resolver tais doenças sociais. Os milagres que foram praticados não foram para amparar o aflito, mas para verificar que a mensagem pregada veio de Deus. O Espírito Santo testifica, hoje, de Cristo e as Escrituras Sagradas verificam se a nossa mensagem pregada é de Deus ou não. A Bíblia lembra os pobres no mundo e instrui misericórdia para com eles, mas não era a missão da igreja. Era participação pessoal, de um a um (Gal 2:10). A pregação do Evangelho aos perdidos e a instrução dos crentes sobre tudo o que Cristo ensinou é a incumbência exclusiva da igreja e entendemos pelo Novo Testamento que os discípulos se dedicaram somente à essa missão em caráter de mensageiros da mesma. A religião pura é o amparo às viúvas e aos órfãos, mas é mais no contexto espiritual que material. A ajuda material vista no Novo Testamento era para os membros da igreja (Tiago 2:15, "irmão ou irmã"; Rom. 15:26, "dentro os santos"). A santidade traz mudanças sociais, mas a santidade não vem pela pregação de um Evangelho "social". Vem pela pregação de Cristo. Se diminuímos ou aumentamos além do que Cristo pregou, paramos de cumprir o nosso propósito bíblico.
 Os ecumênicos promovem idéias não bíblicas sobre as mulheres. Os ecumênicos geralmente não entendem as posições distintas que a Bíblia ensina entre os homens e as mulheres. "Direitos iguais" são clamados na igreja e fora dela. Os ecumênicos interpretam os casos em que a Bíblia fala dessas posições distintas como são para àquela época e que, hoje, há liberdade para todos. É verdade que as épocas da Bíblia foram diferentes. Mas devemos saber que as verdades ensinadas pela inspiração do Espírito Santo para corrigir os problemas naquela época são úteis para que não repitamos os mesmos erros que foram feitos naquelas épocas (Rom 15:4; I Cor 10:11, "estão escritas para aviso nosso"). A igreja em Corinto tinha o erro das mulheres falarem na igreja. Por isso, temos a verdade necessária para corrigir o problema. Foi escrita para sermos sábios e para não cairmos no mesmo erro. A Bíblia ensina posições diferentes entre os homens e as mulheres (Gên. 2:18; I Tim 2:9-14; I Cor 14:34-35; Tito 2:3-5). Em Isaías 3:12, a liderança pelas mulheres não foi um ponto positivo.
 Para poder agradar uma grande concentração de crenças e práticas, os ecumênicos sofrem baixos níveis de moralidade e de doutrina. Nos lares, nas reuniões e nas confraternizações dos ecumênicos é comum achar o fumo, bebida, álcool, palavrões, roupa indecente, homossexualidade, etc., sendo praticados por eles. Há um clamor para "liberdade" ao ponto de chamar de "legalistas" os que têm moral ou entendimentos mais conservadores. Existe liberdade na esfera cristã, mas não é para ser usada para malícia (I Ped 2:16). Somos libertos das regras da lei e também somos libertos para a santidade, não para a impiedade (I Ped 2:9-12). Deus é santo e deseja que os Seus O agradem se purificando pela Sua Palavra, assim como Ele é puro (I João 3:1-3). Não existe a possibilidade de servir dois senhores, apesar do que os religiosos dizem (Mat. 6:24; 12:30). Os verdadeiros são da luz e devem andar na luz (I João 1:7). Como podem dois andar juntos se não estiverem de acordo (Amós 3:3). Como podem existir juntos a luz e as trevas, carnalidade e a espiritualidade (II Cor 6:14-18)? O ensinamento correto de que "qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniqüidade" (II Tim 2:19) ainda é para os dias de hoje.
 Um exemplo local dessa falta de nível de moralidade é exemplificada por uma propaganda que foi incluída no jornal local de Catanduva, São Paulo O JORNAL, Sexta-feira, 18 de Setembro de 1.998.
Gospel Night Club
 "Inaugura hoje à noite em Rio Preto, a Gospel Night Club, uma boate direcionada aos evangélicos e não-evangélicos que queiram se divertir e gostem de cantar ou dançar. Não será servido bebida alcoólica e cigarros, somente coquetéis sem álcool, sucos, refrigerantes e porções. Gospel Night Club conta com um sistema de iluminação apropriado, o som, apensas música "gospel". Haverá a também Karaokê. É a primeira casa noturna no Brasil dirigida aos evangélicos e àqueles que gostam de uma diversão sadia. Gospel Night Club fica na Av. Murchid Homsi, 1155. Confira!"
A pregação dos ecumênicos imana tolerância através de uma pregação demasiadamente positiva. É comum que os seus cultos prestigiem o valor pessoal dos que os ouvem. Pregar que o homem é ímpio aos olhos de Deus (Sal 14:2-4; Hab 1:13), corrupto em pecado (Isa 1:6; Rom. 3:10-18), inimigo de Deus (Rom. 8:6-8) e incapaz de entender as coisas espirituais (I Cor 2:14) é, para muitos ecumênicos, antiético. Em vez de pregar certas verdades da Bíblia, a opção deles é de atrair o povo com uma mensagem positiva. Raciocinam dizendo: "Não é proveitoso ofender os ouvintes pela Palavra de Deus. Ofendendo-os com a verdade plena, os impedimos de prestar atenção à mensagem de Jesus." Crêem que os sorrisos abertos, os abraços calorosos e aquela aceitação universal são mais eficazes que uma mensagem que inclui a ira de Deus e a condenação justa ao inferno dos pecadores não arrependidos. Mesmo que tenhamos amor pelos pecadores e nunca queiramos ofendê-los, devemos entender que somente os doentes necessitam de médico. Cristo não veio "chamar os justos, mas sim, os pecadores, ao arrependimento" (Mar 2:17). O evangelho que prega a vida santa e sofredora de Cristo, a Sua angustia e o sofrimento pelo pecado no lugar do pecador junto com a Sua vitória gloriosa sobre a morte e sobre o Satanás não tem muito sentido para aquele pecador imundo que já achou plena aceitação entre o povo de Deus e que tem livre acesso a todos os direitos de uma vida eclesiástica saudável e sente-se bem com a pregação positiva da Palavra de Deus. Por que deve o pecador preocupar-se dos seus pecados se o povo de Deus não está dando muita importância a eles? A verdade é que o Espírito Santo opera primeiramente com o espírito de escravidão (Rom. 8:15), mostrando a impureza da condição do pecador (Isa 6:5; Sal 40:2), fazendo-o cansado e oprimido do seu pecado (Mat. 11:28), antes de ministrar o Espírito de adoção graciosa, purificação completa, o descanso divino e a salvação eterna por Jesus. O erro dos ecumênicos não é o de pregar um lado positivo da verdade, mas o de não anunciar todo o conselho de Deus (Atos 20:27). Pela Bíblia, o apóstolo Paulo identificou pelo nome os que não conservaram a fé (I Tim 1:20; II Tim 1:15; 2:17), os que resistiram à verdade (II Tim 3:8) e os que amaram o mundo mais que a Cristo (II Tim 4:10, 14), mesmo em espírito de amor. Cristo também deu ênfase para a regeneração sem ofender (João 3) e Ele se mostrou Salvador dos pecadores (Luc 19:10; Mar 2:17). É importante a pregação contra a concupiscência da carne, pois ela apenas produz a corrupção (Rom. 8:21; I Cor 15:50; Gal 6:8; II Pedro 1:4). Temos uma mensagem de luz para os que estão em trevas, salvação para os pecadores, santificação para os ímpios, justificação para os condenados, vida para os mortos e perdão para os arrependidos, mas não devemos esquecer que essas bênçãos são somente para os que se vêem separados de Deus, rebeldes e inimigos de Deus e condenados pelos seus pecados. Não seria justo com os pecadores que nós pregássemos uma mensagem desequilibrada para o lado positivo. Não devemos nunca deixar de anunciar todo o conselho de Deus (Atos 20:27). A condição do pecador diante de Deus pede uma mensagem correta, direita e clara.
Um Perigo Importante e a Sua Solução
 Interpretem o negativismo como falta de amor fraternal. Amor, para o ecumênico, é liberalismo e generosidade moral para com qualquer pessoa que se diz crente. Mas Cristo ensinou claramente que os que O amam guardam os Seus mandamentos (João 14:15, 23; I João 5:3). O apóstolo Paulo desejou que o amor dos Filipenses crescesse, não em tolerância, mas "em ciência e em todo o conhecimento, para que aproveis as coisas excelentes, para que sejais sinceros, e sem escândalo algum até ao dia de Cristo; cheios dos frutos de justiça, que são por Jesus Cristo, para glória e louvor de Deus." (Fil. 1:9-11). Cristo, de nenhuma maneira, pecou quando reprimiu duramente os escribas e fariseus de Mateus 23:13-33 por terem somente uma aparência piedosa, quando verdadeiramente praticavam doutrinas contra a verdade. Os ecumênicos julgariam Cristo falho e menos que sábio. O apóstolo Paulo não foi reprimido por Deus por usar os nomes de Himeneu e Alexandre várias vezes como exemplos de não conservar a fé nem a boa consciência (I Tim 1:19,20). Aos Tessalonicenses, o apóstolo Paulo, pela inspiração do Espírito Santo, entrega os irmãos ao Senhor esperando que os corações deles fossem encaminhados ao amor de Deus e à paciência de Cristo, mas mesmo assim ele alerta "que aparteis de todo o irmão que anda desordenadamente, e não segundo a tradição" dos apóstolos (II Tess 3:5,6). "Foi Deus quem primeiro criou uma controvérsia, pois disse, "Odiai o mal, e amai o bem, e estabelecei na porta o juízo." (Amós 5:15). Batalhar pela fé (Judas 1:3) envolve mais que uma resposta branda e inócua. Pede uma repreensão severa (Tito 1:13) que repudia o erro e enuncia claramente a verdade" (Dr. Ernest Pickering, citado por Rick Purdue). Veja também Rom. 16:17,18.
  Aqueles que querem as bênçãos do Senhor nas suas vidas e ministérios não vão procurar a Sua maldição. Débora, pela presença do Espírito Santo, pronunciou uma maldição repetida a Meroz por essa cidade (Gill, comentário de Juízes 5:23) não vir "ao socorro do SENHOR, ao socorro do SENHOR com os valorosos" (Juízes 5:23) quando tinha oportunidade de vir e ajudar. Pode ser que os de Meroz acharam que a tolerância era melhor para a sua segurança naquela hora, mas depois foi a sua tolerância que trouxe a maldição (Veja também Jer 48:10). Pregar outro evangelho traz também maldição (Gal 1:8,9), pois a tolerância do erro é vista pelo Senhor como falta de amor (João 14:15, 21) que, verdadeiramente, no fim, traz maldição (I Cor 16:22).

"Como filhos obedientes, não vos conformando com as concupiscências
que antes havia em vossa ignorância;
Mas, como é santo Aquele que vos chamou,
sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver;
Porquanto está escrita: Sede santos, porque Eu sou santo."


I Ped 1:14-16
Breve História do Ecumenismo
Não há como determinar exatamente quando o Ecumenismo teve sua origem nos formatos de hoje. Como o termo "Fundamentalismo", no ano 1919, foi usado pelos batistas para evitar uma associação com o Modernismo ou Liberalismo que começou na Europa no século XVIII, a palavra "Evangelicalismo" foi usada, em 1940, pelos Protestantes, para evitar uma associação com os Católicos. Em 1948, o termo "Neo-Evangelicalismo" foi criado por Harold Ockenga, pois o separatismo dos erros de doutrina que os Evangélicos praticaram chegou a ser ofensivo a ele. Junto com o termo "Neo-Evangelicalismo" veio a prática de um evangelho social e o afrouxamento na postura de uma Bíblia inerrante. Com o tempo, os "Neo-Evangélicos" cessaram qualquer espírito de negativismo a ponto de não pregarem abertamente contra o pecado e nem identificarem aqueles que pregavam heresia. Foi um movimento de tolerância (Cloud, Fundamentalism, Modernism and New Evangelicalism). Essa insistência de não separar do erro foi chamada o "Neutralismo Novo" por alguns, em vez de "Neo-Evangelismo", (John Ashbrook, citado por D. W. Cloud, The Heart of New Evangelicalism), porque ensina que a sua atitude deve ser suave, cautelosa, tolerante, pragmática, flexível, inofensiva e, acima de tudo, nunca dogmática (niilismo). O que se tem hoje entre os "Evangélicos" é uma tolerância do erro que tem se degenerado à imoralidade. O "Neo-Evangelicalismo" é o ecumenismo de hoje. Pode-se ver que é uma aceitação eclesiástica de todas essas idéias de Modernismo, Liberalismo, Neo-Evangelicalismo como válidas e que Deus não faz acepção de pessoas, quando as intenções delas são honestas.
O Alvo do Ecumenismo
 O criador do termo "Neo-Eangelicalismo", Harold Ockenga, estipulou como o alvo do seu movimento três áreas (Palestra dada na Associação de Evangelismo, 1942):
 
  • Rejeitar Separatismo Bíblico
  • Achar Aceitação Mundial
  • Adicionar uma mensagem social à mensagem Evangélica.
Essas três áreas se acham com plena expressão no movimento do ecumenismo. Podemos entender que o ecumenismo, como é visto hoje, é relativamente de origem recente. Mas devemos lembrar-nos de que a instituição que Cristo organizou e estabeleceu sobre Ele mesmo não foi faltosa. Qualquer doutrina ou prática alheia à ela é espúria ou falsa. Os que se mantêm firmes na fé que uma vez foi dada aos santos (Judas 3), não devem ter diálogo ou convivência eclesiástica com esses que somente têm uma aparência de piedade (II Tim 3:1-5). O espírito militante não é alheio à doutrina bíblica (I Tess 2:2; II Tim 4:2, 3; Judas 3). Ter poder com Deus não é em diminuir a doutrina verdadeira para não ser diferente de outro ou para ser aceito pelos outros de outras fés. Para sermos poderosos é necessário reter firme a fiel palavra que é conforme a doutrina (Tito 1:9).
Defesas para não Cair no Ecumenismo
 Saiba que a verdade divide. A natureza da verdade é única, exclusiva e eliminatória. A verdade proclama: "À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo essa palavra, é porque não há luz neles." (Isa 8:20). A doutrina repreende, exorta, corrige e reprova com o intuito de que haja perfeição e "boa" obediência (II Tim 3:16,17; 4:2,16). O ensinamento da Palavra de Deus pode dividir (Heb 4:12, "mais penetrante que espada alguma de dois gumes"; Mat. 10:34). A perseguição não é errada se vem por amor da verdade. "A qual dos profetas não perseguiram vossos pais?" foi uma pergunta de Estêvão aos religiosos do seu tempo (Atos 7:52). Podemos perguntar também: "A qual dos apóstolos não perseguiram os religiosos desde o tempo de Cristo?", pois foram afligidos por pregar a verdade. "A qual dos nossos antepassados não precisavam perseverar perseguição?", podemos perguntar sobre a história dos batistas. Se vivermos piedosamente, sofreremos perseguição (II Tim 3:12). Por quê? Por causa da natureza da verdade e a natureza das trevas. Deus pergunta ao Seu povo: "Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?" (Amós 3:3). A resposta é clara, pois a verdade é única, exclusiva e eliminatória. "Meus irmãos, não vos maravilheis, se o mundo" e os que usam o manto do evangelho para encobrir o erro de ecumenismo "vos odeia." (I João 3:13).
 Conheça bem o seu Deus. Todo servo sincero quer agradar Quem o chamou, separou e vocacionou. Para agradar ao Senhor não é necessário grandes números, prédios maravilhosos, shows encantadores, sorrisos espontâneos, emoções profundas ou um ignorante desrespeito de normas, leis e doutrinas. Para agradar o Senhor é necessário conhecer a natureza soberana de Deus que faz beneficência, juízo e justiça na terra (Jer 9:23,24). Esse conhecimento somente é conseguido pela firmeza no livro da lei de Deus, na boca e no coração. Somente pela meditação sobre esse livro, dia e noite, é que podemos ter cuidado de fazer tudo conforme nele está escrito (Josué 1:8; Sal 1:2; Dan. 11:32; II Tim 2:15; 3:16, 17).
 Ame a verdade. A verdade é ministrada pelo Espírito da verdade (João 14:17; 15:26; 16:13). Quem ama a verdade tem um relacionamento especial com Deus. A verdade vencerá no fim, pois Cristo é a verdade (João 14:6; Apoc 1:8) e somente os que são fiéis à verdade vencerão com Ele (Apoc 17:14). É a verdade que testifica Cristo (João 16:13) e aperfeiçoa o homem de Deus (II Tim 3:17), à medida da estatura completa de Cristo (Efés. 4:13). É pela verdade que o corpo é edificado a ponto de que os irmãos não sejam mais como meninos inconsistentes, levados em roda por todo o vento de doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente." (Efés. 4:11-16). Amar a verdade quer dizer ter tanto amor por ela, que a prática é radicalmente transformada. Não adianta nada falar da verdade e não praticá-la. Isso é o que os ecumênicos fazem (Mat. 23). O homem que ama a verdade e a pratica fará que tanto ele quanto o povo que o ouve sejam salvos de serem envergonhados (I Tim 4:16). Todos que têm uma dieta consistente da verdade pura serão fortes e farão proezas (Dan 11:32). Qualquer ação menos de obediência é uma persuasão que não vem dAquele que nos chamou (Gal 5:7,8).
 Saia do erro. Não é uma graça ou sabedoria intelectual procurar esconder a luz que somos debaixo do alqueire. A verdade é luz e é impossível escondê-la (Mat. 5:14-16). Os que têm o entendimento bíblico serão como o Salmista que odiou "todo falso caminho" (Sal 119:104,128). O amor pelo Senhor Jesus Cristo faz com que deixemos "toda a impureza" (Efés. 5:1-6; I Tim 6:20). Os únicos que prevaricam e não perseveram na doutrina de Cristo são os que não têm a Deus (II João 9-11). Com tais não devemos nos identificar, manifestar disposição à convivência e diálogo, todavia, a esses devemos repreender (Rom. 16:17,1) e nos separar ao ponto de nem nos misturar (II Tess 3:6, 14), pois são soberbos e nada sabem (I Tim 6:3,4), apesar das suas aparências boas e ares de amor pela Palavra de Deus.
 Reprove os que estão no erro. Parte da obra da palavra é de redargüir e repreender (Luc 17:3; II Tim 4:2). A repreensão é uma manifestação de amor (Apoc 3:19). A repreensão não deve partir da nossa emoção ou sentimento de superioridade, mas com autoridade e doutrina, e isso, com toda a longanimidade (II Tim 4:2; Tito 2:15). A repreensão pode fazer com que esses sejam sãos na fé (Tito 1:13), pode criar um temor nos que ainda não experimentaram com ele (I Tim 5:20) e estancar maior impiedade (I Cor 5:6,7; II Tim 2:15,16). Sempre gostamos de ser aceitos pelos nossos semelhantes, mas não podemos servir a dois senhores (Mat. 6:24; 12:30). O espírito militante não é alheio à doutrina bíblica (I Tess 2:2; II Tim 4:2, 3; Judas 3).
Praticando essas defesas, seremos dignos de ser identificados com nosso Salvador na Sua vitória (Apoc 17:14) e receber a coroa de justiça que está guardada para todos que amarem a sua vinda (II Tim 4:7,8).
 
Bibliografia
BÍBLIA SAGRADA. Traduzida em Português por João Ferreira de Almeida, Edição Corrigida e Revisada Fiel ao Texto Original, São Paulo, Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, 1994.CLOUD, D. W., Encyclopedia Way of Life, v. 4.2, Oak Harbor, website: http://wayoflife.org/~dcloud ; 1996.
CLOUD, D. W., Fundamentalism, Modernism and New Evangelicalism, O Timothy Computer Library, Vol. 12, Issue 1, 1995.
CLOUD, D. W., The Heart of New Evangeliscalism, O Timothy Computer Library, Vol 12, Issue 2, 1995.
Dicionário Aurélio Eletrônico, V. 2.0, Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, Junho, 1996.
GILL, John. Commentary of the Whole Bible, Online Bible, Ver. 7.0, Winterbourne, website: www.omroep.nl/eo/Bible/software/ps, 1997.
HAVNER, Vance, Truth for Each Day, s. d.
PICKERING, Ernest Dr., Frontlines, Vol. 5, No. 1, 1995.
STRONG, James LL.D., S.T.D. Exhaustive Concordance of the Bible, Nashville, Abingdon, 1981.

Autor: Pastor Calvin Gardner
Editorização textual e gramatical - José Mazeu Junior 08/02
Fonte: www.PalavraPrudente.com.br

terça-feira, 5 de julho de 2016

Verdades

"Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus que apresenteis os vossos corpos por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional." Romanos 12.1

Para onde leva o caminho do serviço verdadeiro? Leva para Jesus! "Se alguém me serve, siga-me..." Este é o caminho que tem menos problemas. Quem anda nele, pertence aos "seguidores do Cordeiro por onde quer que vá." Os problemas surgem de conflitos. Os conflitos nascem do próprio "eu", pois o "eu" não quer servir, mas dominar. Portanto, aquele que quer seguir o caminho do serviço, primeiro tem que andar no caminho com Jesus. Ali ele se liberta do "eu" orgulhoso e obstinado. Onde é o começo deste caminho? Isso as Escrituras nos informam nas palavras de Jesus: "...onde eu estou, ali estará também o meu servo". Onde Jesus estava? Ele estava na cruz! Assim como Ele se entregou sem reservas como sacrifício vivo na cruz, assim começam todas as jornadas na trilha de serviço e no ministério de um discípulo de Jesus. Tudo começa com o sacrifício de si mesmo, e isto sobre o altar, quer dizer, na cruz. Todos os serviços que não são praticados a partir da cruz são vazios e infrutíferos. Mas todo desempenho a partir da posição de estar crucificado com Cristo contém ilimitadas possibilidades de bênçãos.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Verdades

"...Deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro." 1 Tessalonicenses 1.9

Como foi o ministério do Senhor Jesus aqui na terra? Foi em completa entrega ao Seu Pai; Seu querer era incondicional, baseando-se somente naquilo que Seu Pai desejava. A vida de Jesus foi um contínuo e santo culto a Deus. Este ministério mais que excelente atingiu o auge no derramamento da Sua vida eterna e do Seu sangue sobre uma terra sujeita à morte: "Eu lhes dou a vida eterna."
Como deve ser o ministério daqueles que amam e seguem ao Senhor, como deve ser o nosso ministério? Exatamente como o ministério do nosso Mestre! Pois somente no mesmo ministério podemos nos tornar semelhantes a Ele. Portanto, olhe para o Senhor que serve, e saberá como deve servi-lO: "...e quem quiser ser o primeiro entre vós, será vosso servo; tal como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir..." Portanto também podemos dizer: os verdadeiros convertidos são reconhecidos pelo seu constante servir. A atividade religiosa de muitos, ao contrário, é uma negação desse servir desprendido. Você é um servo de Jesus Cristo ou um servo da carne agindo dentro da natureza de Satanás? Eu receio que muitos cristãos tenham se afastado de Cristo por se afastarem do caminho do servir.

sábado, 2 de julho de 2016

10 razões bíblicas porque não posso ser mórmon

1. O Mormonismo não ensina que a Bíblia é a infalível Palavra de Deus.
“Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus até onde for traduzida corretamente: cremos que o livro de Mórmon também é a palavra de Deus,” (Declaração de fé, artigo n° 8).
Na qualidade de crentes que somos cremos que as Sagradas Escrituras do Velho e do Novo Testamentos são a Palavra de Deus verbalmente inspirada, a autoridade final para nossa fé e vida, sem erros no original, infalível e inspirada por Deus. II Tim. 3:16-17; II Pedro. 1:20-21; Mat. 5:18.
2. O Mormonismo ensina que Deus é um homem glorificado e que tem um corpo físico.
“Deus mesmo já foi como nós somos agora e é um homem glorificado,” (Doutrinas do Profeta Joseph Smith, página 345). “O Pai tem um corpo de carne e osso tão tangível quanto o dos homens?” (Dot. e Cov, Seç. 131:22).
A Bíblia diz: “Deus não é homem,” Núm. 23:19. “Deus é Espírito; e importa que os que adoram o adorem em espírito e em verdade,” João 4:24. “Um espírito não tem carne nem ossos,” Luc. 24:39.
3. O Mormonismo ensina que Cristo e o Diabo são irmãos.
“Que Lúcifer, o filho da alva, é nosso irmão mais velho e o irmão de Jesus Cristo,” (Doutrina Mórmon por Bruce McConkie, páginas 163-164).
A Bíblia diz que o diabo é um ser criado por Deus. “Perfeito eras (o diabo) nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti,” Ezequiel. 28:15. “Porque nele (Cristo) foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele,” Col. 1:16.
4. O Mormonismo ensina que Jesus Cristo era casado e polígamo.
“Cremos que o casamento em Caná da Galiléia foi o de Jesus Cristo,” (Jornal de Discurso, Vol. 2, página 80). O Mormonismo ensina que Jesus foi o filho natural de Adão e Maria. “Quando a Virgem Maria concebeu o Menino Jesus?Ela não foi gerado pelo Espírito Santo. E quem é o seu pai? Ele é o primeiro na família humana,” (Brigham Young, Jornal de Discursos, páginas 50-51).
A Bíblia diz: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós?,” João 1:1, 14. “E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum? E, respondeu o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo?,” Luc. 1:34-35.
5. O Mormonismo ensina que a verdadeira igreja deixou de existir até que foi restaurada por Joseph Smith.
A igreja (SUD) foi restaurada em 6 de abril de 1830 por Joseph Smith, (Dot. e Cov. 20:1).
Jesus Cristo disse: “Sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela,” Mat. 16:18. “Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do que está posto, o qual é Jesus Cristo,” I Cor. 3:11. “Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina.” Efés. 2:20.
6. O Mormonismo ensina outro evangelho (pervertido) e não aquele da Bíblia.
O evangelho do Mormonismo é: “A fé, o arrependimento, o batismo, o recebimento do Espírito Santo pela imposição das mãos, a moralidade, a lealdade, o dízimo, a palavra da sabedoria, o dever, o casamento celestial (por toda a eternidade),” (Tratado dos SUD sobre o LIVRE ARBÍTRIO e DECLARAO de FÉ, artigo n° 4).
A Bíblia diz: “Também vos notifico, irmãos, o evangelho que vos tenho anunciado?que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras,” I Cor. 15:1-4. “Assim, como já vo-lo dissemos, e agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema,” Gál. 1:9.
7. O Mormonismo ensina a salvação dos mortos através do batismo por procuração.
Esta doutrina se baseia numa só passagem das Escrituras mal-interpretada: “Doutra maneira, que farão os que se batizam por causa dos mortos, se absolutamente os mortos não ressuscitam? Por que se batizam eles então pelos mortos?” I Cor. 15:29.
Paulo não praticava o batismo pelos mortos. Ele se excluiu usando o pronome “eles” e não “nós” ou “vós”. Ele está fazendo uma pergunta e não uma declaração. “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo?,” Heb. 9:27.
8. O Mormonismo ensina a investigação genealógica dos mortos.
“Vamos, portanto, na qualidade de igreja e povo, como Santos dos Últimos Dias, fazer ao Senhor uma oferta de justiça; vamos apresentar no Seu santo templo, quando terminado, um livro contendo o registro de nossos mortos, que será digno de toda aceitação,” (Dot. e Cov, Seç. 128:24).
A Bíblia diz: “Nem se dêem a fábulas ou a genealogias intermináveis,” I Tim. 1:4. “Mas não entres em questões loucas, genealogias e contendas,” Tito 3:9.
9. O Mormonismo ensina que existem profetas modernos e revelações divinas atualizadas.
O mormonismo reivindica que Joseph Smith recebeu o Sacerdócio Araônico de João Batista. O Sacerdócio de Melquisedeque e o Apostolado foram restaurados por Pedro, Tiago e João logo após em 1829, (Dot. e Cov, Seç. 13).
A Bíblia diz: “Havendo Deus antigamente falado muitas vezes?nestes últimos dias pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo,” Heb. 1:1-2. Encontramos em Deut. 18:20 e 22 o método bíblico para testar um profeta.
10. O Mormonismo ensina que a salvação depende de boas obras e da aceitação de Joseph Smith.
“Nenhum homem que rejeita o testemunho de Joseph Smith pode entrar no reino de Deus,” (Doutrinas da Salvação, vol. I, página 190). “Os homens tem uma obra a realizar para obter a salvação,” (Doutrinas da Salvação, vol. III, página 91).
A Bíblia ensina que a salvação é somente através de Jesus Cristo. “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos,” Atos 4:12. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie,” Ef. 2:8-9.